segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Só minha. cap 33

Ela me encarava com uma expressão confusa, que também me deixava confuso, e sinceramente, estava vendo a hora dela simplesmente dar as costas, e ir embora. Definitivamente isso não estava nos meus planos, mas se ela fizesse isso, eu não iria intervir, mas também não a procurarei mais. E isso e uma promessa.

-Eu não me sentiria confortável estando no seu quarto. -ela baixou o olhar dando um passo a frente, se aninhando em meus braços, me deixando de certa forma mais tranquilo.

-E por ela?

-Sim!-disse em tom baixo.

-Tudo bem, eu te compreendo. Só me diz que não vai embora!

-Eu não vou embora!-ela levantou o rosto, e selamos os nossos lábios.

-Vamos subir, a casa e enorme!-entrelaçamos os nossos dedos e seguimos para a escada. Ainda não quero que ninguém veja a sua bunda!-disse proximo ao seu ouvido, e ela sorriu.

Seguimos pelo corredor, e antes de abrir uma das portas de um dos quartos de hospedes, eu fui ate o quarto do Dy, e constatei que ele estava bem, e dormindo tranquilamente. Por favor filho, espere o máximo possível para acordar!
Logo em seguida fui ate o meu quarto, fui ate lá para pegar alguns preservativos, e claro.
Abri a porta do quarto de hospedes, e ela entrou primeiro, fechei a porta atras de mim, e notei que ela estava de frente para a janela olhando pela mesma, parecia receosa e pensativa. Retirei a minha camisa sobreposta ficando apenas com uma lisa, me aproximei dela por trás, repousando as mãos acima dos seus quadris, e ela respirou fundo, jugando a cabeça para trás, colei os nossos corpos, e ela apoiou a cabeça no meu ombro, colocando as suas mãos sobre as minhas quando as envolvi em sua cintura.
Olhei para o mesmo ponto que ela, e notei que a noite estava linda, o céu permanecia estrelado, mesmo com algumas nuvens espalhadas, e a lua estava perfeita.

-Eu não quero...

-Shiii. Não fala nada!-virou olhando em meus olhos. Eu quero!


Contornei o seu rosto com o indicador, ela fechou os olhos, e eu passei a mão pela sua nuca a segurando firme, rocei os seus lábios com os meus, ameaçando um beijo, a fazendo suspirar, e soltar um breve gemido de indignação, e só ai lhe dei um selinho, seguido de outro, outro, e logo mordisquei o seu lábio aprofundando um pouco o beijo. Foi impossível não contornar o seu corpo com a mão livre explorando cada delicioso centímetro, que eu estava louco para sentir sem aquele vestido.
Apertei de leve a sua bunda a fazendo gemer contra o beijo. Deslizei as minhas mãos de seus quadris ate o seu braço, pegando em sua mão, e guiando-a pelo meu corpo, já que ela permanecia parada no mesmo lugar. Coloquei a sua mãos sobre o meu peito, lhe dando livre acesso ao meu corpo, mas ela parecia tensa demais, para dar algum passo adiante.

-Acho que e melhor não insistir. Voçe parece tensa demais!-me afastei o suficiente para olhar em seus olhos.

-Me desculpe, eu só. Eu não sei onde, e nem como te tocar!-ela parecia constrangida.

-Em qualquer lugar!-sorri.

-E que eu... Ah, merda!-soltou o ar com frustração.

-Sabia que voçe só praticava papai e mamãe!-foi impossível não comentar, e confirmando a minha afirmação, ela não disse nada, apenas abriu um sorriso sem muita vontade. Olha pra mim?-segurei o seu queixo com o polegar, e o indicador. Se voçe quiser ficar em sua área de conforto, por mim,  tudo bem...

-Não, e que... Eu realmente não sei como voçe gosta de ser tocado!sorriu. Não me lembro!

-Voçe ainda confia em mim?-ela me encarou.

-Confio!

-Então apenas relaxe!


O meu único receio era que ela estivesse pensando nele, e por isso não conseguisse se concentrar, estivesse arrependida, e estivesse lutando contra si mesmo para permanecer aqui, e não e isso que eu quero, não e assim que eu a quero. Quero ela só para mim esta noite, sendo somente minha, e de mais ninguém.
Sorri mais uma vez selando os nossos lábios, firmando o meu braço em sua cintura, a suspendendo, fazendo com que ela envolvesse as pernas em minha cintura, e em seguida sentei em uma das poltronas do quarto, a deixando em meu colo, enquanto a minha mão passeava agora pela sua coxa parcialmente descoberta, e a minha boca em seu pescoço, mordiscando devagar. Espalmei as mãos em sua bunda, a pressionando, e fazendo ela se movimentar em meu colo. Respirei fundo ao sentir o calor da sua boceta que eu estava louco para sentir, prova-la de todas as formas possíveis.


-Caralho como eu te quero!-disse rente ao seu ouvido.

Ela não disse absolutamente nada, apenas procurou os meus lábios voltando a me beijar depois de mordisca-lo devagar.
Procurei as "cegas" o fecho do seu vestido, o abrindo em seguida, e logo o suspendendo passando pela sua cabeça, aproveitando para acariciar o seu corpo delicioso. Apreciei os seus lindos, longos e cacheados cabelos caírem em cascata pelos seus seios cobertos pelo sutiã. Sem duvidas era uma das mais lindas maravilhas naturais. Sua pele morena, o seu corpo ainda mais lindo e torneado, em contraste com a pouca luz que entrava pela janela, a deixava ainda mais linda. Se é que isso era possível.
Voltei a beijar o seu pescoço, passando pelo seu colo, e chegando ao contorno dos seus seios, onde eu beijei e passei a língua, sugando a sua pele de leve, não queria, e nem poderia deixa-la marcada.
Soltei o seu sutiã o passando pelos seus braços, deixando os seus lindos seios a mostra. Espalmei as minhas mãos sobre eles sentindo o calor de sua pele, os acariciando devagar. Segurei os bicos dos seus seios os estimulando, e os deixando ainda mais duros, e me deliciando com a sua expressão de desejo. Gostosa pra caralho esta minha pequena.
Eu estava tão duro, que ate a cueca estava começando a machucar, parecia que eu iria explodir de tanto tesão que estava sentindo. E isso piorou quando ela começou a rebolar no meu colo, roçando a sua boceta no meu pau, me deixando mais louco ainda.

-Porra, isso e muita tortura!-reclamei baixo em seu ouvido, eu estava com tanto tesão que a minha estava mais rouca do que o normal.

-Então para de nos torturar!-a sua voz arrastada me fez arrepiar.


Ela segurou na barra da minha camisa a retirando em seguida, empurrando o meu ombro para trás beijando o meu pescoço e peito, projetei o meu quadril para frente pressionando contra ela, espalmei a minha mão apertando a sua bunda gostosa. quando senti uma de suas mãos sobre a minha calça acariciando o meu pau que já implorava por ela.
Me levantei com ela ainda em meu colo, e agora beijando a minha boca com vontade, a jogando sobre a cama. Ela abriu um sorriso um pouco mais descontraído, e isso a deixou ainda mais linda. Caralho como eu sou louco por esta mulher.
Me inclinei sobre o seu corpo, beijando o centro dos seus seios, passando a língua na região, a sentindo se contorcer sob o meu corpo. Segurei um dos seus seios, novamente brincando com o bico do seu peito, enquanto abocanhei o outro, o chupando, passando a língua no bico o sentindo ficar ainda mais rígido. As suas mãos em meus cabelos, e o seu corpo se arqueando na cama, me diziam como ela estava gostando daquilo. E sinceramente, eu estava louco para que ficasse ainda melhor.


Parte Cris


Sabe a sensação de estar caindo em um precipício sem fim? Não né? Mas eu garanto que o que eu estava sentindo neste momento, poderia chegar bem proximo a isso. Mas sinceramente, não estava nem um pouco afim que o meu precipício tivesse um fim.
Eu estava em seus braços, e completamente pronta para ser dele. Eu poderia me arrepender e muito amanha, mas sem duvidas, neste momento o arrependimento, era a unica coisa que não passava em minha cabeça.


A sua boca, chupava, mordia, e lambia os meus seios, me deixando completamente encharcada, e o desejando ainda mais a cada segundo que o seu corpo estava em contato direto com o meu. Não me lembro da ultima vez em que os meus seios receberam tanta atenção assim. Na realidade eu nem sabia que sentia tanto tesão quando eles eram tocados desta forma!
Depois de uma bela distração em meus seios, ele começou a descer pela minha barriga, começando a me deixar apreensiva, e ansiosa pela sua próxima ação. Quando senti a sua boca proximo ao elástico da minha calcinha, os meus músculos internos imediatamente se contraíram ainda mais, implorando por mais estímulos, e logo senti a sua boca sobre a renda me beijando devagar, a sua respiração batendo naquela região me deixando arrepiada, e cheia de tesão. Sinceramente, era a segunda vez que eu sentia o meu corpo implorar tanto para sentir a plenitude de ser possuído. E a primeira tinha sido exatamente com ele.
Fechei os meus olhos com força, ao sentir um dos seus dedos ultrapassarem o limite imposto pela minha lingerie, a sensação do seu toque, na minha vagina completamente úmida, foi simplesmente delicioso, mas confesso que ficou ainda melhor quando a sua boca se juntou a ele.

-Peter!-respirei fundo, sentindo o meu rosto pegar fogo, na realidade, todo o meu corpo parecia estar em chamas.

O seu nome foi entoado, da forma mais arrastada possível, eu senti como se fosse uma corrente elétrica se conectando ao meu corpo, e uma sensação maravilhosa tomar cada terminação nervosa do mesmo.
A sua língua, brincava comigo, intercalando entre beijos, lambidas, e chupadas, deixando a minha pele completamente arrepiada. Puta que pariu, que delicia.
Em um movimento, digamos que ate bruto, ele arrancou a minha calcinha, a jogando em algum lugar do quarto, voltando a sua total atenção ao meu sexo novamente. Segurei firmemente nos lençóis, ao sentir dois dos seus dedos serem introduzidos com uma facilidade incrível, provavelmente devida ao meu estado de excitação. Gemi um pouco mais alto, sentindo a sua língua brincar em meu clítoris, deixando o meu corpo completamente em estado de alerta, a minha pele úmida de suor, e a minha respiração falha, anunciavam os primeiros sinais de um possível orgasmo. Parecendo ainda me conhecer por completo, ele acelerou ainda mais os seus movimentos, e quando eu estava a ponto de ter um orgasmo, ele simplesmente parou, e em um caminho de beijos pelo meu corpo, beijou intensamente os meus lábios, fazendo-me provar do meu próprio gosto.

-Eu quero muito te ver gozar, mas no meu pau!-disse rente a minha boca, mordendo o meu lábio inferior.

Ele pegou do bolso da sua calça que estava ao lado da cama  alguns preservativos, colocando na mesinha de cabeceira, e logo em seguida retirando toda a sua roupa, sem desviar os seus olhos dos meus.
Não sei descrever como me senti quando o vi colocando o preservativo, em seu membro completamente duro, só sei dizer que fui tomada por uma sensação de ansiedade, e desejo fora do comum. Como eu queria aquele homem.
Ajoelhado em sima da cama, ele envolveu a sua cintura com as minhas pernas, apoiando uma mão em cada lado do meu corpo, selando os nossos lábios.

-Vou responder uma pergunta que me faço desde o dia em que te vi novamente!

-Qual?

-Se voçe continua tão gostosa quanto a onze anos atras!

Sem nenhum direito a resposta, fechei os olhos com força, e apenas o apreciei, apreciei cada centímetro seu me invadir devagar, arrepiando todos os cabelos do meu corpo. Um gemido mutuo foi emitido quebrando o silencio do quarto. Segurei firme em seus braços, tombando a cabeça para trás sentindo ele começar a se movimentar lentamente de inicio, mas logo os seus movimentos começaram a acelerar, e os meus gemidos começaram a se intensificar. Era tão bom senti-lo, caralho, ele ainda era maravilhoso.


Achei atencioso, e muito gentil de sua parte começar com papai e mamãe, para não me tirar logo de cara da minha área de conforto, mas ele dava estocadas mais fundas, e mais firmes, confesso que de inicio senti um pouco de dor, mas logo em seguida isso era o de menos, já que todo o tesão e desejo que estava a ponto de explodir com o oral delicioso que ele estava fazendo anteriormente, e lamentavelmente interrompeu, veio a tona novamente, e desta vez sem interrupções.
Foi impossível segurar.

-Ah, porra que delicia!-umedeci os lábios já que a minha boca estava completamente seca

-Gozou meu bem? Hum?- a sua boca passeava pela minha pela, deixando o meu corpo ainda mais anestesiado.

-Sim!

-Esta tão molhada! Que gostosa!-dizia sem parar de se movimentar. E sim, voçe permanece deliciosa. Na realidade, muito mais deliciosa do que antes!

-Voçe tinha rasão, também esta anida mais gostoso!-ele me beijou lentamente.

-Vira de costas pra mim?

Ele pediu se ajoelhando na cama, eu o encarei, ele esticou a mão para me ajudar a levantar, e fiz o que me pediu em seguida.
Ele segurou firme em minha cintura, e antes que ele me penetrando por trás, senti a sua mão passeando pela minha bunda, acariciando a região, para logo em seguida me fazer gemer com a surpresa da sua estocada firme. Definitivamente isso era muito bom.
O meu marido e bem tradicional, faz muito bem, admito, mas ele não curte muitas variações. Portanto, acho que não fizemos esta muitas vezes. Enfim, eu não quero ficar nele, estando com outro, prefiro deixar para me sentir suja depois.
Segurei com bastante força na guarda da cama, quando o senti ir muito mais fundo do que na ultima vez, gemi alto devido a dor que senti, e que mais uma vez se dissipou dando lugar ao prazer.
As suas estocadas fortes e profundas, os seus gemidos de prazer, as suas mãos firmes em minha cintura, a sua voz rouca falando obscenidades em meu ouvido, tudo isso deixava o sexo mais gostoso, deixava tudo mais excitante e prazeroso.
Uma de suas mãos agarrou com força nos, meus cabelos, os puxando contra si, sem muita força provavelmente na intensão de não me machucar. Enquanto a sua outra mão se alojou entre as minhas pernas, estimulando o meu clitóris com uma massagem deliciosa.

-Caralho pequena, que delicia! Quente, gostosa, úmida, apertadinha!-a sua voz touca ainda vai me matar.

 Tudo o que já estava bom, ficou ainda melhor, quando a combinação das suas caricias em meu clítoris, e a deliciosa penetração fez o meu corpo inteiro, pareceu pegar fogo, sendo consumido por um delicioso orgasmo, fazendo os meus músculos internos se contraírem.
O meu nome foi entoado em forma de um gemido, que me fez fechar os olhos, e apreciar a sua voz rouca, cheia de desejo, e extremamente arrastada rente ao meu ouvido.
Ele se deitou, me puxando pela cintura para me acomodar em seu corpo. Eu estava completamente suada, cansada, dolorida, me sentindo suja, horrível, e ao mesmo tempo a mulher mais feliz do mundo em seus braços.
Me virei de frente para ele, e os nossos lábios se encontraram novamente, em um beijo calmo, e delicioso. A minha pele mai uma vez se arrepiou ao sentir o seu toque em minha coxa em uma caricia deliciosa. Definitivamente, eu posso sentir absolutamente tudo esta noite, menos arrependimento.


Bom, queria esclarecer uma coisa. Eu escrevi este cap umas 3 vezes, eu n sou de apagar capítulos, eu odeio, alem de ter demorado 3 dias para escrever antes de apaga-los. Geralmente posto o que escrevo, e bem, eu assumo, os hots's desta fic estão sendo um desafio para mim, para quem me acompanha desde Luxuria, vai notar a clara diferença. Obviamente a Cris, n e uma Mary da vida, mas, eu fiz o possível para agradar a todos, sem sair da personalidade calma da Cris. 
Espero que tenham gostado, sinto muito qualquer coisa.

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