segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Enfim, casa! cap 29

Hoje era manha do dia 25 de Dezembro, dia de passar com a família, abrir os presentes que o "papai noel" trouxe para as crianças na note anterior, aproveitar de um almoço agradável com quem amamos, e de acima de tudo, sentir saudades de quem já não esta mais conosco.
Estes tipos de datas comemorativas sempre foram complicadas para mim, pois tinham muitas pessoas para sentir saudade, e este ano entrou mais um nome para sentir saudades. A Pâmela. Ela se foi, mas deixou o nosso príncipe conosco, e eu estou neste exato momento no hospital, vim busca-lo para passar o seu primeiro dia de natal com a sua família.

-Pronto para vê-lo, e leva-lo para casa?-Doutora Liz me encarou.

-Muito, eu estou realmente muito feliz em poder enfim leva-lo para casa.

-Sim Bruno, ele teve uma ótima recuperação, e ele esta muito bem! Voçe deve estar ansioso não e?

-Com medo!-assumi.

-Relaxa, vai dar tudo certo! Foram apenas 12 dias de internação, e ele esta ótimo!

-Que bom, eu fico muito feliz por isso!

-Deve mesmo, o seu filho e um príncipe!

-Obrigado!-disse enquanto saiamos da sua sala. Doutora!

-Sim!-parou para me encarar.

-Como esta a Cris? Já faz uns dias que não a vejo!

-É, eu sei!

-Sabe como é, hoje e dia de natal, e eu queria saber como ela esta!

-Ela esta bem!

-Ainda com muita raiva de mim?

-Não!-sorriu. Ela so ficou abalada Bruno, tão abalada, quanto voçe, e por isso compreende o seu lado...

-Não compreende não, se compreendesse não tinha parado de falar comigo, e pior quando eu mais precisei!

-De um tempo a ela! Foi a primeira vez que ela perdeu uma paciente!

-Eu perdi a mulher que me acompanhava a 5 anos!

-Eu sei disso!

-Ela já viu o meu filho?-sorriu.

-Ela vem vê-lo todos os dias!-sorriu seguindo corredor afora.

-Todos os dias?

-Sim, hoje mesmo ela esteve aqui esta manha antes de ir para o orfanato, onde ela faz doações de brinquedos todos os anos. Ela se preocupa com o Dylan Bruno!

-Eu não duvido disso doutora, assim que eu chegar em casa com o meu menino, eu ligo para ela, necessito pedir desculpas...

-Ela não precisa de desculpas Bruno, só esta respeitando o seu luto.

-O meu luto seria mais tranquilo se ela tivesse comigo.- ela parou me encarando.

-Você cultiva alguma coisa por ela? -a encarei.

-A Cris e uma mulher maravilhosa, cheia de qualidades e defeitos, sempre foi na realidade. Nela tudo se destaca principalmente as qualidades. Então, eu mentiria para você se descesse que não, mas acima de tudo, eu respeito a sua decisão pelo seu casamento.

-Você gosta dela! -apenas sorri. Ela gosta muito de você!-sorriu voltando a caminhar corredor afora.

-A proposito doutora.-disse a fazendo parar novamente.

-Sim!

-Feliz natal!

-Para voçe também!

-Quer dizer que ela faz doação de brinquedos?

-Sim, desde que ela começou este processo de adoção... Ela te falou sobre adotar uma criança não é?

-Sim, ela me contou que era estéril, só não disse como ficou estéril.

-Bom, se ela não te disse isso, eu não me dou ao direito de falar!

-Compreendo!

-Então, desde que ela esta tentando adotar uma criança, todos os anos ela leva presentes para alguns orfanatos...

§

Arrumei o meu bebe na cadeirinha no banco de trás do meu carro, e me sentei ao seu lado enquanto o Dre, dirigia para casa onde as loucas das minhas irmas e amigos, nos esperavam para uma pequena recepção para o meu garotão. Durante o trajeto foi impossível não lembrar das palavras da doutora Liz sobre a Cris gostar muito de mim, eu adoro aquela mulher, e eu seria o cara mais feliz do mundo se ela aceitasse ficar ao nosso lado. Ao meu, e do Dy, mas eu ei que ela tem as suas prioridades, e esta tentando construir a sua família, e se eu a respeitei ate hoje, nada mais justo do que continuar assim.
Olhei para o meu filho que dormia calmamente enquanto seguíamos para casa, ele estava em um sono tranquilo, e eu sorri ao reparar que ele tinha a boca da sua mãe.
Sera que se ela tivesse aqui agora, as minhas atitudes para com ela seriam outras? Sera que o nosso relacionamento seria diferente? Ou iriamos continuar da mesma forma? Bom, infelizmente agora estas perguntas ficarão sem resposta.


Cheguei em casa carregando o meu garotão que dormia tranquilamente no seu bebe conforto, protegido por um cobertor térmico já que o frio em Los Angeles decidiu dar uma castigada drástica, em uma media de 10°c -pena que ele não dormiria por muito tempo-, e logo a Pres se aproximou com o seu jeito "discreto" de ser, fazendo com que ele se mexesse diante do susto na altura da sua voz, por sorte ele não acordou.

-Fala baixo, vai acorda-lo!-reclamei, e ela sorriu.

-Desculpa!-apenas mexeu os lábios.

-Ele vai ter que se acostumar com a tia que tem.

-Esperem pelo menos ele estar acordado para fazerem a loucura de vocês.-sorri.

-Ele esta muito lindo meu irmão!-Jaime se curvou beijando a sua mãozinha protegida pela luva.

-Puxou ao pai, e claro! -Sorrimos.


Olhei em volta tinha praticamente uma festa para a sua chegada. Como elas tinhas feito tudo isso tão rápido. Tinha bolo, letras penduradas na parede comemorando a sua chegada, docinhos, enfim, varias coisas.

-Vocês não estão pensando que ele vai comer, não e?

-E claro que não seu bobo! -Jaime sorriu.

-Mas nos vamos! Estamos comemorando a chegada do nosso sobrinho, ele tem que se acostumar conosco, com a sua família louca, e feliz que tem!- Thaiti me abraçou de lado, e sorrimos.

-Como fizeram tudo isso tão rápido?

-Pratica!

Recebemos um pouco mais de atenção dos nossos amigos, mas logo o levei para o seu quarto, aproveitando que mesmo com toda a movimentação, ele ainda estava adormecido.


O coloquei no berço, e fiquei admirando por um tempo o seu rostinho, a sua respiração calma, os seus traços ainda um pouco indefinidos, como o formato da sua boca, dos seus olhos, e sorri ao ter certeza de que ele era a mistura perfeita de nos dois.

Parte Cris

Eu nunca tinha ficado tão abalada com uma perda, como eu fiquei com o falecimento da Pâmela, acho que nenhum ser humano deveria morrer, ainda mais uma mãe, que tinha acabado de dar a luz ao seu primeiro filho.
Eu fui religiosamente todos os dias ver o Dylan, ele era lindo, bem indefinido, mas eu acho que sera muito parecido com o pai.
Confesso que chorei como um bebe quando no seu terceiro dia de internação, eu me aproximei da sua encubadora, e toquei em sua mãozinha através da portinhola, quando os seus olhinhos grandes, e redondos encontraram os meus, parecia que ele me conhecia, já que por longos segundos, ficamos nos encarando, foi um momento magico, ele ganhou o meu coração em apenas um segundo.
Fiquei feliz com o progresso dele, esta indo muito bem, e a Liz me disse que em breve ele iria para casa.
Por falar nele, vamos falar do pai dele. Eu decidi por bem permanecer afastada do Peter, seria melhor para ele viver o luto dele em paz, ainda mais depois de tudo o que ele me falou. Ele acha que fui negligente, que eu deveria ter feito mais para salvar a Pâmela, mas só eu sei o quanto eu me doei nas suas consultas, e quando ela chegou no hospital no estado em que estava. Achei que ele foi injusto comigo, mas eu compreendo, ele estava em um momento de muita dor e com o emocional abalado.
A prova disso foi que recebi um SMS seu com um pedido de desculpas.

"Minha querida, me perdoe, por tudo o que te falei, estava com a cabeça quente, e completamente confuso. Sei que nada justifica o que te falei, mas saiba que estou arrependido. 
Queria te falar isso pessoalmente, mas voçe não esta atendendo aos meus telefonemas, e eu te compreendo. 
Não fui ao seu encontro ainda, por que quero preserva-la, preservar o seu direito de não querer falar comigo, ou me ver. Espero ter a possibilidade de me desculpar olhando em seus olhos. Sinto saudades suas pequena. Beijos. Peter"

§

Passei o natal com a minha família em casa, no caso com os meus pais, irmão, meu marido, e os meus sogros. A Dona Ruth tinha o poder de me deixar louca, afinal, ela queria muito ser avó, e como ele era filho único, ela me despraguejava por ser estéril, e não poder dar um neto legitimo a ela. Por varias vezes ela tentou nos separar, mas graças a Deus, ela estava mais "tranquila" ultimamente, ao menos em relação a isso.
Hoje acordei um pouco mais cedo, me arrumei deixando o Rafael ainda dormindo, eu fui direto ao hospital ver o Dylan. Eu precisava vê-lo todos os dias, precisava ver a sua evolução, e pegar na sua mãozinha para sentir o seu toque. Confesso que por varias vezes eu chorei ao vê-lo, ao senti-lo, ao saber que a sua evolução estava maravilhosa, e hoje, eu chorei ao saber que ele iria embora, que ele teria alta. Foi um choro misturado de alegria e de tristeza. Tristeza por ele estar indo embora, e alegria, por ele estar indo embora. E confuso, mas era a mais pura verdade.
Sempre que eu tocava em sua mãozinha, ele se mexia percorrendo os olhinhos ao redor, ou quando estava dormindo, a sua boquinha se mexia, e a sua mãozinha apertava o meu dedo.
Me despedi dele com carinho, e diferente das outras vezes, e a Liz permitiu que eu o pegasse no colo, e confesso que me emocionei demais ao senti-lo, me senti como uma mãe pegando o seu filho nos braços pela primeira vez.

§


Como sempre fazemos em todos os natais, o Rafael, e eu saímos logo cedo para levar os presentes das crianças em três orfanatos diferentes onde iriamos encontrar com mais alguns amigos que faziam o mesmo. Gostávamos de fazer isso, era bom, ter contato com as crianças, e eu admito que só não adotei uma criança mais velha, com os seus 3 ou 4 anos, por que o Rafa tem preferencia por bebes, diz que e melhor para coloca-lo do nosso jeito, já que uma criança maior vem com a sua personalidade parcialmente formada. Mal sabe ele que estas coisas vem de berço, o bebe pode ter acabado de nascer, ou já ter 5 anos de idade, se ele for ter personalidade forte, ele já terá desde a barriga. Diferente do caráter, que este sim, sera moldado por nos dois.
Enquanto distribuía alguns presentes para as crianças, pelo canto do olho vi uma menininha linda, que estava sentada no cantinho com um ursinho velho e desbotado nas mãos, o seu olhar parecia triste, diferente das outras crianças que estava li.
Peguei um embrulho dentro de uma das caixas, no qual sabia que era um ursinho novo já que o embrulho era transparente, e segui em sua direção.

-Ola!-sorri me curvando.

-Oi! -ela me encarou com os seus olhos cor de mel.

-Pra voçe, feliz natal!-lhe ofereci o embrulho, que ela ficou um pouco apreensiva para pegar. Pode pegar meu amor, e para voçe!-sorri, e pegou o embrulho.

-Muito obrigada tia!

-De nada meu amor! E um ursinho também, não e tão bonito quanto o seu, mas espero que goste!

-Gostei!

-Que bom!-sorria agora abraçada aos seus dois ursinhos.

-Ele e lindo tia, obrigada!-olhou dentro dos meus olhos e sorriu baixando o olhar em seguida.



Eu fiquei simplesmente encantada com ela, com os seus olhos claros, e os seus lindos cabelinhos encaracolados como os meus, logo procurei saber mais sobre ela, e descobri que ela se chamava Ariel, tinha 4 anos, e estava a mais de dois anos para a adoção, porem ela não atendia ao perfil de nenhum dos casais disponíveis, apesar de já ter ido para duas casas, mas não tinha se adaptado. A diretora do orfanato disse que crianças com a sua faixa etária tem menas procura nos orfanatos, e demoravam muito para serem adotadas, e por isso algumas vezes elas somente trocavam de abrigo conforme a idade ia aumentando.
Eu daria qualquer coisa para te-la comigo, e acho que ela também, mas infelizmente, o meu marido quer um bebezinho, definitivamente ele não abre mão disso.

§

Decidimos passar o ano novo juntos, apenas o Rafael, e eu como uma segunda lua de mel. Escolhemos o Pais de Gales, para curtir a virada de ano a sós, era um lugar tranquilo, e parecia uma cidade medieval.
Eu achei uma boa ideia, era bom dar um pouco mais de atenção ao meu marido, eu sentia que estávamos começando a nos afastar, com toda esta minha reaproximação do Peter, e mesmo evitando encontra-lo ultimamente, a minha cabeça continua focada nele.
O Peter e maravilhoso, continua maravilhoso, mas infelizmente eu não poderia continuar com aquilo, era uma escolha que eu tinha que fazer, ou era eu e o Rafael, ou era eu, e o Peter. Eu poderia muito bem escolher ele, mas sera que seria a melhor escolha? Sera que dar margem a este desejo que nos persegue do passado, e a melhor opção?
Este foi um dos motivos de eu decidir sim, viajar com o meu marido, dar uma nova chance a nos dois, e se quando eu voltasse desta viagem, desta segunda lua de mel, o desejo continuasse la, esta vontade que nos consome quando estamos juntos permanecer, eu vou ter mais uma escolha pela frente a de pedir o divorcio, ou a de continuar a viver esta mentira.
A unica coisa que estava realmente me matando, era o fato de estar morrendo de saudades, e de preocupação do pequeno Dylan.

Parte Peter

Hoje era dia 03 de janeiro, passamos a viada do ano em Vegas. Sim, a cidade que nunca dorme, e bem, a primeira ida a Vegas do meu menino foi muito boa ate.
Eu preciso confessar que os primeiros dias do Dy em casa foram... Tensos. Eu ainda não o conhecia bem, então sempre que ele chorava eu me desesperava. A minha sorte e que sempre tinha uma das minhas irmãs ao meu lado. Cuidar dos meus sobrinhos era mais fácil, afinal, eles já sabiam  usar o banheiro sozinho, e sinceramente, esta era a pior parte. Trocar as fraldas.

-Meu Deus, eu vou falar com a Liz, que este leite que ela te receitou não esta te fazendo bem não carinha, o negocio ta complicado nesta fralda.-sorri olhando para ele enquanto o acomodava no trocador. Acho que esta um pouco frio para tirar a sua roupa aqui não é? Espera ai que eu vou aumentar o aquecedor.-o deixei no trocador somente para pegar o controle do aparelho.

-Bruno, não o deixe sozinho, esta louco?-me assustei ao ouvir a voz da Tiara entrando no quarto.

-Que susto porra!-ela pegou o Dy no colo.

-Eu que levei susto ao ver o meu sobrinho sozinho... Que cheiro e este?-o encarou fazendo careta.

-Por que voçe acha que ele estava no trocador Tiara?

-Nossa, amor de titia, que fralda e esta? Toma, e todo seu!-me entregou.

-Não, pode ficar a vontade, voçe não e a sabe tudo?-Disse saindo do quarto.

-Qual e Bruno, troca ele!

-Boa sorte!-voltei para o meu quarto onde anteriormente estávamos assistindo a um filme qualquer.

Peguei o meu celular constatando que não tinha nenhuma chamada perdida. Eu fazia isso com muita frequência ao longo do dia, queria saber se ela não iria ligar, ou mandar alguma mensagem, eu sei que eu também poderia muito bem mandar a mensagem, mas eu já tinha pedido desculpas, e eu não queria ser invasivo, se caso ela quisesse manter as coisas assim, eu iria respeita-la. Eu esperei onze anos para reencontra-la, posso muito bem esperar mais uns dias para conversarmos novamente.
A ultima vez que soube algo dela, foi a três dias atras quando ela me mandou uma mensagem de feliz ano novo. Foi algo não muito longo, e a sua primeira pergunta foi sobre o Dy, fato este que me fez sorrir.

"Ola, como esta o Dylan?
E obviamente, como voçe esta? Espero que bem, e que os seus primeiros dias com ele não estejam sendo tão difíceis.
A sua casa deve estar mais feliz, mais colorida, e cheia de amor, mesmo com a falta constante de sua companheira, mas acredite ele te enchera de amor, e de carinho necessário para seguir em frente.
Bom, eu queria te desejar um feliz ano novo, que este ano que se inicia seja repleto de paz, pois a felicidade, e as descobertas, eu aposto que o Dylan esta encarregado de lhe proporcionar.
A proposito, estou com saudades dele. E de voçe também meu amigo.
Boa virada de ano, e ate qualquer hora.
Beijos"



-Estamos limpinhos papai.-Tiara entra com ele no quarto, e eu rapidamente guardo o celular.

-Tomou banho amor do pai?

-Claro ne! Fala para o papai o estado deplorável da sua fralda amor! A Rúbia esta preparando a mamadeira dele.

-Obrigado!

-Imagina! Sabe que estamos aqui para te ajudar não e?

-Eu sei!

-E ai, não tem mais realmente falado com o a Crystal?

-Não. Trocamos uma mensagem de ano novo, e nada mais. Desde o que aconteceu ela tem me evitado, e eu não tenho mais tanto tempo quanto antes.-peguei o Dy no colo que estava quietinho.

-Ate eu me afastaria de voçe! O Lonnie e eu, vimos como ela se dedicou para ajudar a cabeça oca da Pâmela, e o pequeno Dy a vir ao mundo, e ser tratada como voçe a tratou, não foi legal, não foi nada justo!

-Eu pedi desculpas a ela!

-Via SMS?

-Ela não me atendeu mais, e me evitou de todas as formas. A Liz disse que ela estava respeitando o meu luto, mas ela esta é com raiva mesmo!

-Se quiser eu fico com ele para voçe ir procura-la!-sorri.

-Obrigado, mas eu vou respeita-la!

-Tudo bem, ela e casada mesmo, ate já a risquei da minha lista de futuras cunhadas! -sorriu se levantando da cama.

-Voçe tem uma lista?- a encarei surpreso.

-Todas nos! Agora somos nos que escolhemos as suas namoradas dedinho podre!

-Vocês não prestam. Esta vendo so meu filho, nem bem o papai ficou solteiro, e as suas tias já querem me arrumar mulher, depois eu que levo a fama de galinha, e pegador.-o acomodei melhor em meu colo. Diga a elas que a minha prioridade no momento e voçe!-lhe dei um beijo na testa e ele resmungou.

O acomodei ao meu lado onde estava antes para continuarmos a ver o filme, mas logo fomos interrompidos novamente, mas agora por algo bem mais interessante para ele, a sua mamadeira.

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