sábado, 19 de setembro de 2015

O jantar! cap 32

Segui para o quarto infantil que eu mantinha em casa- o futuro quarto da Ari-, e peguei o presente do Dylan, já que estava indo ate la, por que não levar o presente dele?
Entrei na garagem com a chave do meu Malibu nas mãos, e parei em frente ao Maserati do Rafa, ele era lindo, na cor preta com o interior em vermelho, e tirando a Ferrari que eu dirigi com muito custo no dia da festa da Pam -já que ele estava bêbado-, eu nunca tinha dirigido nem o Bentley, e nem o Maserati. Então eu pensei, por que não hoje?

Entrei novamente, e fui ate o escritório onde ele guardava as chaves do carros, e peguei a do veiculo esporte que era de muita estima para ele, alias todos os seus carros eram. Eu acho que ele amava aqueles carros muito mais do que a mim mesma.
 Voltei para a garagem destravei o veiculo, acomodei o pressente do Dylan no banco do carona, e me sentei. Olhei o seu interior todo em couro vermelho, cheirando a carro novo, já que nem sempre era usado, me lembro de quantas vezes já tinha pedido para dirigir este carro, e a sua resposta era sempre a mesma. Não!


Sorri dando partida no carro, e abrindo a garagem com o controle interno. A noite estava linda, fria, mas muito linda, com o céu estrelado. Me concentrei em dirigir o carro, e não fazer nenhuma barbeiragem, e muito menos uma multa. O Rafael me mataria.
A minha sorte e que a casa do Peter era bem próxima, e em dez minutos eu estava estacionando no seu portão.

-Boa noite dona Crystal!-me cumprimentou assim que abri a janela do carro.

-Boa noite! Lonnie, não e?

-Sim! O Bruno esta a sua espera!

-Obrigada!-entrei com o carro assim que ele abriu o portão.

Dirigi ate a porta principal, onde dei de cara com o Peter, saindo de casa acompanhado do seu outro segurança, eles conversavam animadamente, e o Peter era somente sorrisos.

-Boa noite rapazes!-sorri saindo do carro.

-Boa noite! o segurança me respondeu, se eu não me engano ele se chama Dre.

-Uma bela mulher em um belo Maserati! Bela combinação!-sorriu. Boa noite!

-Também gosto dele!-abri a porta do carona pegando o presente do Dylan.

-Me deixe te ajudar com isto!

-Obrigada!-frechei a porta depois que ele pegou o embrulho.

-O que e isso?

-E uma lembrancinha para o Dylan!

-E maior do que ele!

-E quase maior do que voçe!-sorri e ele me encarou seriamente. E brincadeira!

-Olha o abuso, voçe esta no meu território hoje!

-Nossa vou me comportar!-sorri!

-Estou muito feliz em te-la aqui!-se curvou me roubando um selinho.

-Eu também por estar aqui! Cade o meu gostoso?

-Estou bem aqui!-balancei a cabeça sorrindo.

-Peter, Peter!-continuei andando, e ele parou.

-O que?-sorriu.

Não disse absolutamente nada, apenas sorri, e ele me alcançou dando passagem para entrarmos em seguida, já que estava começando a esfriar do lado de fora apesar do seu estrelado.
Seguimos direto para a sala de estar, e ele me pediu um minuto para colocar o presente do Dylan no quarto dele e subiu. Eu fiquei parada na sala, aproveitando para olhar melhor a decoração, já que no dia do aniversario da Pam, eu entrei aqui apenas uma vez, e para a minha surpresa ou não, a sua cara era muito bem decorada, e tinha alguns toques muito pessoais, tirando algumas coisas que lembravam muito o Hawaii.

-Olha quem veio te dar um oi pequena!-ele dizia enquanto descia as escadas com um embrulhinho nos braços.

-Meu amor!-me aproximei dele já no final da escada. Como voçe esta lindo meu anjinho!-acariciei a sua bochecha. Você não o acordou, não e?-olhei para o Peter.

-Não, quando cheguei no corredor o ouvi começando a chorar! Demorei por que o estava trocando.

-Tudo bem! Posso pega-lo?

-E claro, voçe nem precisa pedir!-sorri pegando o bebe no colo.

-Ele melhorou da febre?-perguntei sem olhar para o Peter. Melhorou?-o procurei com os olhos, e ele estava parado nos encarando, novamente. Peter?

-Oi?

-O que houve?-sorri.

-Já disse que vocês juntos parecem uma pintura de tão perfeitos?-apenas sorri.

-Seu bobo!

-E serio! Vocês são lindos!

-Obrigada! E a febre?

-O que e que tem?-distraído. Sorri.

-Melhorou?

-Sim! Ele só teve mais duas vezes, mas agora cessou de vez! Não e amor do pai?-ele se aproximou acariciando a sua cabecinha.

-Bruno, a mamadeira do Dy!-uma senhora entrou na sala com uma mamadeira nas mãos.

-Obrigado Rúbia! Ah, esta e a Crystal, minha amiga de infância la do Hawaii, ela veio jantar conosco esta noite!

-Claro, tudo bem minha filha?

-Sim, e a senhora?

-Bem, obrigada! O jantar já sera servido!-disse e logo se retirou.

-Quer dar a ele?

-Posso?- foi inevitável conter um largo sorriso no rosto.

-E claro que sim!-me entregou a mamadeira.

-Nem sei se me lembro como se faz isso!-sorri nervosa.

-Então me devolve, não vai afogar o meu filho com leite!

-Que horror Peter!-sorrimos.

-Eu sei que voçe consegue!-me incentivou.

Me sentei no sofá, arrumando o pequeno nos meus braços, ele me entregou a mamadeira, e assim que aproximei o bico dos seus lábios, ele já abriu a boquinha a procura do alimento. Sorri como uma boba sentindo a força com a qual ele sugava a mamadeira em minhas mãos. Em determinado momento ele abriu os olhinhos, em me encarou enquanto se alimentava, os seus olhinhos esverdeados, me fitaram intensamente, e eu senti o meu peito acelerar de uma forma diferente,deixando os meus batimentos descompassados, assim como quando eu vi a Ariel pela primeira vez. Pode parecer bobeira minha, mas eu senti como se algo me ligasse a ele de uma forma intensa, e apaixonante.


Levantei o olhar, e la estava ele mais uma vez nos encarando com um sorriso bobo nos lábios, se esticou um pouco acariciando o meu rosto, me fazendo fechar os olhos, eu sempre adorei sentir o calor do seu toque.

-Nossa ele chegou a suar!-sorri retirando a mamadeira vazia de sua boca assim que ele largou o bico, e a entreguei ao Peter. Agora voçe o coloca para arrotar, se ele golfar na sua roupa, e mais fácil de você se trocar!

-Que sacanagem, eu estava ansioso por esta parte!

-Imagino!-sorrimos. Ele tem refluxo?

-Não, e raro ele vomitar!

-Tem certeza?

-Sim, pode confiar!

O ajeitei em meu colo, me levantando e batendo de leve nas suas costas apenas para incentivar o arroto. Encostei o rosto proximo a dobra do seu pescoço, sentindo o seu cheirinho delicioso de neném.
Tendo o Dylan assim tão pertinho, sentindo a sua presença de forma tão gostosa, me faz lembrar que eu não posso ter o meu bebe, que eu não posso dar a luz a um presente destes, e que infelizmente eu nunca saberei qual e o prazer de amamentar um bebe diretamente do meu leite. Isso é terrível.

Parte Bruno

Eu estava me perguntando o por que, ela tinha resolvido vir ate a minha casa para jantar, depois de varias vezes dizendo não. Não que eu vá reclamar, longe de mim, eu só, achei estranho.
Ela estava linda em um vestido azul marinho e branco realçando as suas lindas curvas, seria uma missão quase impossível me controlar perto dela esta noite.
Enquanto ela lindamente embalava o Dy em seus braços, eu subi para pegar o seu bebe conforto que estava no meu quarto, e quando voltei ela ainda o acolhia em seus braços.

-Ele dormiu?-parecendo despertar dos seus pensamentos ela olhou em minha direção, enquanto eu colocava um bebe conforto ao lado do sofá.

-Não, só esta quietinho!

-Meu filho e um amor!

-Sim, sem duvidas ele é!

-Já posso servir o jantar?-a Rúbia mais uma vez adentra a sala.

-Tudo bem por voçe?-a encarei.

-Claro!-sorriu.

-Pode sim Rúbia, obrigado!

-Eu vou mandar servir, e levar este garotão para trocar a fralda dele, e voçe conseguir dar uma melhor atenção a sua convidada.

-Mas ele nem da trabalho!-sorriu beijando a sua testa.

-Verdade. Pode deixa-lo conosco, se precisar, eu peço pra voçe ficar com ele ate terminarmos de jantar! E eu o troquei quando acordou ainda agora!

-Tudo bem!-saiu em seguida.

-Eu não quero interferir na sua rotina com ele, eu só...

-Esta tudo bem!-me aproximei dela! Estou curioso para saber o que a fez decidir vir jantar aqui comigo esta noite! Ainda mais na minha casa!

-Não gostou da ideia? Se não gostou eu posso ir embora!

-Não se atreva!-sorrimos, eu me aproximei ainda mais dela acariciando o seu rosto, me inclinei para selar os nossos lábios, e ela fechou os olhos virando levemente o rosto, e eu beijei o canto dos seus lábios.

-Eu...

-Esta tudo bem...

Antes que eu terminasse de falar qualquer coisa, fui surpreendido com a sua mão em meu rosto, e logo os seus lábios nos meus. Me aproximei juntando um pouco mais os nossos corpos com cuidado, já que o Dy estava entre nos, e aproveitei para aprofundar um pouco mais o nosso beijo sentindo o sabor inconfundível dos seus lábios.

§


O jantar estava sendo delicioso, tínhamos deixado o bebe conforto ao nosso lado ao pé da mesa, e enquanto ele esteve acordado, permaneceu ali, mas quando adormeceu, pedi que a Rúbia o levasse para o seu quarto, não gostava de vê-lo dormindo naquele bebe conforto, que de conforto só tem o nome.
A nossa conversa durante o jantar era a mais tranquila e amigável  possível, apenas lembranças boas que nos faziam sorrir, e lembrar do nosso passado de adolescente no Hawaii. Tempo muito bom!
Tentamos evitar todo e qualquer tipo de assunto que viesse a estragar o nosso jantar, eu estava muito feliz em te-la aqui, não queria estragar este momento.

-Acredita que ate hoje eu sinto a sensação do meu rosto ardendo de raiva quando vi voçe dando o seu primeiro beijo naquele garoto da nossa escola?

-Voçe viu?-quase se engasgou com o vinho.

-Sim, infelizmente sim!!

-Mikaya, nossa aquele beijo foi horrível!

-Imagino que sim, ele era estranho, como voçe conseguiu?

-Para com isso Peter!-sorriu. Ele foi embora da escola pouco tempo depois, nem sei o por que!

-Também não sei!-fiz cara de sínico, e ela notou logo que tinha dedo meu na parada.

-Desembucha!-o encarei, e ele gargalhou.

-Assumo, eu assumo! Depois daquele beijo eu o chamei, no intervalo das aulas, e disse a ele que se encostasse o dedo em voçe novamente, ele iria se arrepender...

-PETER!-sorri, e ela me olhou assustada, contendo um sorriso.

-Eu sei, eu sei, não deveria ter feito isso, mas eu era moleque e estava com ciumes! Muito ciumes!- eu tomei um gole do meu vinho, e a encarei em seguida.

-Eu também morria de ciumes de voçe!

Ela assumiu desviando os seus olhos dos meus com um sorriso bobo nos lábios, bebendo o conteúdo da sua taça. Ao final do jantar, perguntei se ela queria tomar mais uma taça de vinho comigo na sala eu queria aproveitar o máximo da sua presença esta noite.


O jantar estava sendo delicioso, em vários sentidos. A comida estava deliciosa, o papo delicio, as lembranças que estávamos tendo do passado então, nem se fala.
Notei que ela olhou no relógio, fiz o mesmo e notei que já passava das dez, provavelmente ele iria querer ir embora.

Você levanta o meu coração
Quando o resto de mim está pra baixo
Você, você me encanta, mesmo quando não está por perto
Se houver barreiras, vou tentar derrubá-las
Estou me prendendo a você, querido, agora sei o que encontrei

Sinto que somos próximos o bastante
Quero me prender no seu amor
Acho que somos próximos o bastante
Poderei me prender no seu amor, querida

-Acho que já bebi bastante Peter, ainda tenho que voltar dirigindo para casa!

-Só mais uma taça, por favor? E voçe nem vai agora não e?

-Eu pretendia!

-E claro que não, foi um sufoco para que voçe viesse ate aqui, e agora vai embora em uma horinha?

-Estou a quase três horas aqui Peter!-sorriu.

-Pois para mim, parecem apenas minutos!-disse já enchendo a sua taça. Vamos para a sala?

-Vamos!-nos levantamos. Não quero ir muito tarde para casa!

-Eu sei, o seu marido! Não sei nem por qual milagre voçe esta aqui!

-Na realidade, ele não esta na cidade!-parou de andar quando notou que eu não estava mais ao seu lado.

-Não esta?-cerrei os olhos.

-Esta em um congresso em Boston.

-Logo imaginei, e claro que voçe não viria aqui se ele tivesse em casa.-ela não disse nada, apenas tomou um gole do seu vinho me encarando. Não vejo motivos para sair correndo. Pelo contrario!-estiquei a mão em sua direção, na qual ela segurou um pouco exitante. Podemos conversar com calma, ou ate mesmo...

-Peter...

-Eu não disse nada!-me defendi.

-Eu te conheço!

Agora que eu tenho você no meu espaço
Eu não vou te libertar
Tenho você algemada em meus braços
Estou me prendendo em você

Estou tão capturado, embrulhado em seu toque
Me sinto tão apaixonado, me abrace forte em seu aperto
Como você faz isso? Você me faz perder o fôlego
O que você me deu para fazer meu coração bater fora do meu peito?

-Conhece mesmo Cris? Sera que estes anos longe um do outro, não me fizeram um novo homem? Duvido que eu ainda seja o mesmo de onze anos atras, assim como eu sei que voçe não e a mesma menina!-a puxei um pouco mais para perto segurando em sua cintura, eu estava sentindo o meu corpo implorar por ela, era algo incrível, como eu ainda a desejava. Voçe esta ainda mais gostosa, mais cheirosa, e eu sei que esta ainda mais deliciosa do que quando tinha apenas 16 anos!-disse rente ao seu ouvido dando selinhos em seu pescoço, já sentindo a sua respiração mais acelerada.

-Peter, não faz isso comigo, por favor!-coloquei a minha taça de vinho no aparador da sala, pegando a sua em seguida, colocando ao lado da minha.

-Por que?-continuei a beija-la subindo pelo seu pescoço, ate a orelha. Quero continuar o que paramos por duas vezes no seu consultório, aqui não terá ninguém para nos atrapalhar!-beijei o seu rosto ate chegar aos seus lábios, os selando rapidamente, eu não iria conseguir esperar, ou ate mesmo interromper algo desta vez.

-Tem sim, a senhora que esta adentrando a todo momento a sala. sorriu.

-Voçe gosta de uma desculpa hem?- a encarei.

-Não e desculpa. Só não quero ter a minha bunda exposta para quem quiser ver!

-Humm, já esta pensando em ficar nua para mim? Gostei disso!-sorriu.

-Seu louco!

-Fica tranquila, eu jamais deixaria que alguém visse esta sua bunda gostosa alem de mim!-mordisquei a sua orelha a fazendo gemer baixinho. Caralho Cris eu preciso de voçe! Preciso muito pequena, estou morrendo de saudades de voçe! São onze anos de espera para te-la novamente, e todas estas vezes que ficamos no quase, me deixaram com ainda mais vontade.

Sinto que somos próximos o bastante
Quero me trancar no seu amor
Acho que somos próximos o bastante
Poderei me trancar no seu amor, querida

Agora que tenho você no meu espaço
Não vou te libertar
Tenho você algemada em meus braços
Estou me prendendo em você

Agora que eu tenho você no meu espaço
Não vou te libertar
Tenho você algemada em meus braços
Estou me prendendo em você

Disse baixinho rente ao seu ouvido, deslisando a minha mão pelo seu corpo acariciando a sua coxa torneada por sima do seu vestido que a deixou deliciosamente sexy. Ela respirou fundo, deslisando a sua mão em minha nuca, passando a unha no meu couro cabeludo, me fazendo arrepiar. Porra ai e golpe baixo!

-Eu também!

Sua voz saiu quase inaudível, como se ela utilizasse o seu ultimo sopro de sanidade, para me dar esta resposta. Mas a sua resposta afirmativa, foi o meu passe livre para que enfim, eu pudesse te-la, para enfim, ter esta mulher para mim novamente, nem que seja apenas mais uma vez.

Segurei firme em seus cabelos, a deixando completamente presa a mim, e me deliciei ao ver a sua expressão de completa entrega, com os olhos fechados, a boca levemente aberta. A mão que esteva em sua cintura a puxou ainda mais para mim, facilitando o inicio do nosso beijo, um beijo apressado e cheio de saudade, cheio de desejo, ao menos eu a desejava muito, a desejava a muito tempo.


Com passos lentos, e desorganizados, consegui guiar-nos ate o sofá, onde a sentei, e aos poucos me inclinei sobre ela, a fazendo se deitar sobre o mesmo. Apoiei o meu peso no sofá, a beijando de forma mais tranquila, saboreando os seus lábios com gosto de vinho, sentindo o seu corpo sob o meu, o seu calor, as suas mãos passeando em minhas costas, pressionando as suas unhas que mesmo sobre o tecido de algodão que cobria o meu corpo, me fez arrepiar.
A minha calça estava mais apertada devido a minha excitação estar mais do que aparente, e todas as vezes em que pressionava o meu quadril contra o seu, me deliciava com um grunhido de prazer vindo de sua deliciosa boca, e isso, combinado com o calor que emanava de entre as suas pernas, me deixava louco de tesão, e de vontade de te-la aqui mesmo em sima deste sofá. Definitivamente eu precisava daquela mulher imediatamente.

Estou me prendendo em você
(Eu estou me prendendo)

Não vou te libertar de novo
(Eu não vou libertar)

Estou me prendendo em você
(Eu não quero libertar)

Não vou te libertar de novo
(Não vou libertar, eu não vou libertar)
(Não vou libertar, eu não vou libertar)

-Vamos para o meu quarto!-me levantei abruptamente de sima do seu corpo.

-Seu quarto?-pareceu meio confusa.

-Sim!-a segurei pelo pulso, a ajudando a se levantar.

-Não! Seu quarto não!-me encarou.

-Por que?

-Eu não quero ir para o seu quarto!

Paramos no meio da sala nos encarando, ela estava com a expressão seria e decidida, e isso me deixava com receio dela não seguir a diante. Não e possível que agora ela vai inventar alguma desculpa, e simplesmente ir embora.

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