Parte Peter
Hoje era dia da consulta de rotina do Dy, com a doutora Liz. E obviamente, eu iria aproveitar para matar um pouco a saudade da minha garota.
Cheguei no horário marcado, e a consulta foi ótima, e o melhor de tudo, o meu filho esta muito bem, obrigado. Ela passou um remédio para as suas crises de cólica que as vezes me tiram o sono, mas quanto ao restante, ele esta ótimo, e se desenvolvendo perfeitamente bem. Eu aprendi na marra, mas sou um ótimo pai! Segundo a doutora.
Antes de ir embora, eu passei no consultório da Cris, estava cheio de vontade de beija-la, mas infelizmente não foi desta vez, já que a Ari estava com ela, e eu notei que ela não queria embaralhar a cabecinha da menina, afinal ela e casada com um, e esta beijando outro?
Eu estranhei o fato dela estar lá, mas preferi não insistir em um "por que" mediante a carinha que a minha pequena fez. Dei a ideia de leva-la comigo para casa, a Cris relutou um pouco, mas no final das contas ela deixou, e eu ainda consegui uma promessa de recompensa, e um selinho roubado. Sai no lucro!
Na volta para casa ainda no carro, eu recebi uma ligação do Ryan, dizendo que precisava ir ate o estúdio apenas para resolver uns assuntos burocráticos sobre a minha participação no Rock in Rio Las Vegas, e que infelizmente eu não poderia adiar.
Segui para o estúdio e antes de sair do carro, eu expliquei onde estávamos, e por que estávamos ali para a Ariel.
-Meu anjinho, eu tive que passar aqui no estúdio, mas daqui a pouco vamos pra casa, tudo bem?
-Ta!
-Não sei ao certo quem esta ai, mas não se incomode, são todos loucos!-sorri, ela soltou uma gargalhada gostosa.
Tirei os dois da cadeirinha, retirei o Dylan do carro deixando as bolsas lá dentro, afinal eu pretendia não demorar muito. Ela segurou em minha mão enquanto caminhamos para dentro do prédio calmamente.
Do lado de fora da sala era possível ouvir as suas vozes, sabia que não estavam todos ali, mas os poucos que tinham estavam fazendo bastante barulho.
-Arruaceiros se comportem, temos uma mocinha no local!-foi a primeira coisa que disse assim que abri a porta chamando a atenção de todos para mim, não queria que xingassem na frente dela.
-Saiu do armário amor?-Phillip implicou.
-Engraçadinho, e serio! Entra meu amor!-lhe dei passagem e ela entrou um pouco receosa, e cheia de vergonha.
-Que linda!-meu irmão a encarou, e ela apenas sorriu ainda segurando em minha mão.
-Já sei, desistiu de ser cantor, e esta fazendo trafico de crianças é?-Phil disse de forma brincalhona.
-Você esta muito engraçadinho hoje senhor Lawrence!
-E serio, quem e ela?
-Esta e a Ariel meu irmão, a filha da Crystal!
-Como ela e linda!Tudo bem?-Phil se abaixou a sua frente.
-Sim, e você?
-Eu estou ótimo!-logo em seguida o meu irmão também se aproximou para cumprimenta-la, e ela os abraçou carinhosamente.
-Cadê o Ryan?
-Esta lá dentro! Me da meu sobrinho aqui!-se esticou pegando o Dylan.
-Obrigado! Prometo não demorar ta bom meu amor?-me inclinei beijando a sua cabeça.
-Tudo bem!-sorriu tirando a cabelo que estava em seu rosto.
-Ainda bem que você chegou!-Ryan aparece na porta. Quem e?-olhou para a Ariel.
-E a filha da Crystal!
-Já esta treinando para quando for o pai oficial dela?
-Cala a boca!-sorrimos. Sim, eu estou, qual e o problema?-perguntei já dentro da sala enquanto sorriamos.
-O que houve?
-O que?
-Pra você estar com ela, o que houve?
-Ela não me explicou, mas a menina estava no consultório dela, e eu me ofereci para ficar com ela lá em casa, só isso! Agora me da logo estes papeis, eu preciso ir.
-Sim senhor, papai do ano!
-Vá a merda!-sorrimos.
Terminei tudo o que tinha que fazer no estúdio, e enfim fui para casa com as crianças.
Assim que cheguei em casa, retirei eles do carro, e a cara de espanto da Rúbia, quando veio me receber na porta, foi a melhor.
-Meu Deus que menina mais linda! Quer que eu chame a polícia?-?.
-Oi? Pra que?
-Você a encontrou em algum lugar?-sorri.
-Não Rúbia, esta e a filha da Crystal, lembra daquela minha amiga que dormiu aqui a algum tempo atrás?
.
-A sim, nossa que susto! Ela e encantadora!-acariciou o seu rosto.
-E sim! Meu amor, qualquer coisa que você quiser, peça a mim, ou a ela tudo bem?-ela me encarou. Ou se for alguma coisa fácil, que esteja ao seu alcance, ou algo da geladeira, enfim, fique a vontade, esta em casa!
-Obrigada tio!-entreguei o Dylan que dormia calmamente para a Rúbia, e segurei em sua mão entrando em casa.
A levei para conhecer o Geronimo que estava no jardim tomando um sol, e de cara ela se assustou com o tamanho dele.
-Ele e bonzinho meu amor, não precisa ter medo. Vem! -a peguei no colo. Ge, vem com o papai!-ele se levantou e veio correndo ao nosso encontro, ela deu um gritinho escondendo o rosto no meu pescoço, e encolhendo as pernas.
-Ai tio!
-Esta tudo bem. Ge ela e amiga ta bom?-acariciei a cabeça dele. Olha como ele e bonzinho.-chamei a sua atenção, ela estava tremendo de medo.
-Ele não morde?-disse baixinho o olhando com receio.
-Claro que não meu anjinho, se ele mordesse eu não te traria aqui. Confia em mim?-ela balançou a cabeça afirmando. Então eu vou te colocar no chão, não precisa ter medo!
A coloquei no chão, e com um pouco de receio, e a colaboração do Ge, que parecendo entender o medo dela, ficou super calmo esperando o seu toque, que aconteceu devagar, e cauteloso, mas aconteceu.
Depois do primeiro contato, ela foi se acostumando aos poucos com ele, e uns quinze minutos depois eles já estavam correndo um atrás do outro no jardim, e eu? Bom, eu fiquei imaginando como seria poder aproveitar de momentos assim mais vezes.
§
Antes do almoço pedi a Rúbia para dar um banho nela, fiz o mesmo com o Dy, o amamentando em seguida, e depois de nos dois termos almoçado, seguimos para o meu quarto, acomodei o Dy no meio, me deitei de um lado, ela do outro, e ficamos vendo um filme infantil que ela escolheu por algum tempo.
-Ele e tão pequenininho, quantos anos ele tem?-sorri com a sua inocência.
-Ele vai fazer três meses daqui a três dias.
-Três meses? Quando ele vai pra escola?
-Ainda falta um pouco para isso! A propósito, e você, por que não foi a escola?
-Eu não queria ficar na escola hoje, eu estava muito triste, e a tia disse que iria me levar para o trabalho dela.
-E por que você estava triste meu anjinho?-ela fechou os olhinhos, e fez uma carinha triste. Não fica triste meu amor, não precisa falar, ta bom assim?
-Eu derrubei água nos papeis do tio Rafael... Mas eu juro que foi sem querer tio, eu juro!-ela começou a chorar.
-Eu sei meu amor, você jamais faria isso por querer!-me levantei indo ate ela, me sentei na cama ao seu lado, e a peguei no colo. Esta tudo bem, eu sei que ele sabe que foi sem querer.-ela se acomodou em meus braços.
-Não, ele brigou comigo, falou palavra feia, e me chamou de impres... Impresta...
-Shiiii, você não e isso meu amor!-beijei a sua testa a abraçando mais forte.
Que filho da puta de merda, como ele tem coragem de gritar, e ofender uma menininha, ela e pequena, isso e inaceitável.
-A sua mãe falou o que?
-Ela falou que estava tudo bem, que era pra eu ir para o meu quarto, eles brigaram muito, gritaram muito, e depois ela foi para o meu quarto dormir comigo.
-Viu só, esta tudo bem, e eu sei que isso não vai mais acontecer!
Fiquei com ela no meu colo, ate que ela adormecesse, e a coloquei ao lado do Dylan, que ainda estava acordado, e muito ativo mexendo as suas mãozinhas.
Eu fiquei indignado com o que ela me contou, eu não sei qual era a importância destes papeis, mas isso não lhe da o direito de gritar, ou ofende-la. Definitivamente, ele não merece a preciosidade que tem em casa!
Fiquei observando o meu filho brincando com a sua chupeta, e as mãos na frente do rosto como se tentasse pegar algo. Eu adorava ficar observando ele, era a coisa mais perfeita deste mundo. Lembro que sorri como um idiota, e senti os meus olhos marejarem na primeira vez que ele sorriu quando o peguei no colo depois de chegar do estúdio, estava cansado, ele estava com a Tiara, e assim que eu o peguei no colo, e brinquei com ele, ele sorriu abertamente para mim, com a boca cheia de gengivas, fazendo o meu coração se derreter. Definitivamente eu sou o pai mais babão do mundo!
Olhei no relógio, e era exatamente três e quinze da tarde, ele permanecia acordado, e a Ariel permanecia dormindo. Levei um susto quando vi a porta se abrir vagarosamente.
-Oi!-disse baixinho.
-Amor!-me levantei indo ate ela a abraçando, e lhe dando um selinho.
-Demorei?
-Claro que não!
-Ela deu trabalho?-se afastou indo ate a filha, e beijando a sua testa.
-E claro que não! Ela dormiu quase agora, deve ter uns vinte minutos.
-E este mocinho, não vai dormir não e?-fez cócegas e sua barriga e ele sorriu para ela. Que boca vazia mais linda de tia!
-Este esta difícil, só quer saber de brincar com a chupeta dele, nem me da bola!
-Posso pega-lo?
-E claro meu amor!-ela deu a volta o pegando no colo, acomodando a sua cabecinha em seu ombro, o embalando. Ele não vai dormir!
-E claro que vai, ele esta cheio de sono, basta apenas um incentivo, não e meu amor?-ele deu um gritinho como se entendesse o que ela falava. Eu sei, você esta cansadinho, vamos dormir um pouco.-ela o ninava indo em direção a janela que estava com apenas uma brecha aberta. Você me arrumaria um copo com água, estou cheia de cede!
-E claro, já venho!
Sai do quarto os deixando sozinhos. Cheguei na cozinha, e a Rúbia me perguntou o que eu queria para o jantar, e como sempre eu deixei por sua conta, queria algo gostoso, como uma lasanha, ou um ravióli de queijo com molho de tomate, estava a fim de uma massa.
Voltei para o quarto com a sua água alguns minuto depois, e a encontrei ainda próxima a janela, me aproximei, e constatei que o meu pequeno dormia tranquilamente em seus braços.
-O que você fez?
-Nada, apenas o embalei, e cantarolei algo!
-Perdi de ouvi-la cantando?
-Acredite, você não perdeu nada!-sorrimos.
-A sua água!
-Vou coloca-lo na cama primeiro!
Ela o acomodou devagar na cama, arrumando os travesseiros atrás dele apenas por precaução. Ela pegou a água de minhas mãos, tomou um gole, e seguiu para a porta, eu segurei em seu braço, e disse que queria conversar com ela. Seguimos para o quarto de hospedes tão conhecido por nos dois, ela entrou respirando fundo, e eu entrei em seguida fechando a porta atrás de mim.
-Que historia e esta dele gritar com a Ari?-a questionei.
-Ela te contou e?
-Eu perguntei o por que ela não tinha ido para a escola, ela me disse que estava triste, e me contou o que aconteceu. Contou ate que ele a chamou de imprestável!
-Chamou de que?
-Você não sabia?
-Ela não me falou isso, se bem que ele já subiu as escadas gritando, não duvido!
-O que esta acontecendo?
-Ele não gosta dela!
-Por que? Qual motivo dele não gostar de uma menina tão doce quanto a Ari?
-Ele queria um bebe, e só adotamos a Ariel já com 4 anos de idade, por que eu insisti muito!
-Mas ele não tem este direito, ele não merece ter filhos, não sabe o valor que e ter um anjo deste em casa! Eu assumo, não queria ter filhos, estava bem com os meus sobrinhos, mas depois que o Dylan chegou, tudo mudou, e hoje que passei o dia com a Ariel, eu vi como ela e educada, gentil, doce, agradável...
-Ela disse que foi sem querer que acabou molhando alguns prontuários dele, nada que não pudesse ser substituído rapidamente, mas ele quase surtou.
-Ela disse que vocês brigaram!
-Sim! Não esta dando mais, eu só estou la por ela, só estou por causa dela Peter!-me abraçou forte. O nosso casamento acabou, e não e de hoje! Estou louca para receber a guarda dela, e seguir em frente!
-Por que você não procura saber se e possível se separar, e ainda sim ter a possibilidade de ter a guarda dela?
-Eu vou procurar saber, mas qualquer hipótese que me faça perdê-la, esta completamente descartada!
-Claro que sim! Veja isso, e pode contar comigo para o que for preciso!
-Obrigada meu amor!-ela me tomou os lábios com carinho, e eu desfrutei da nossa saudade mutua. Que saudades de você Peter
-Também senti amor! Estou louco para matar esta saudade toda!
-Esta?
-Estou, e pelo que me lembre, você esta me devendo um beijo!
-Estou? Engraçado, não estou lembrada disso!-sorriu tocando os lábios com o dedo indicador.
-A não?-passei o braço pela sua cintura a puxando contra mim. Eu vou te relembrar!
Selei os nossos lábios com pressa, cada minuto longe da sua boca era torturante! Eu estava a mais de um mês sem se quer beija-la, e isso era terrível.
-Precisamos dar um jeito nesta nossa distancia toda, isso esta acabando comigo! Você precisa arrumar mais tempo pra mim!
-Vamos dar amor, eu prometo tentar me dedicar mais a você, eu juro!
-Jura?
-Juro!
-Eu vou cobrar!
-Sempre que quiser.
-Então, eu quero agora!
Retirei a sua jaqueta, a jogando na poltrona do quarto, segurando em seu rosto selei os nossos lábios novamente, enquanto as sua mãos passeavam pelo meu corpo segurando a barra da minha blusa a retirando de uma só vez. Ela segurou em minha mão nos guiando ate a cama, onde me fez sentar, e de pé a minha frente, ela começou a desabotoar botão por botão de sua camisa social feminina, deixando o seu sutiã branco a mostra. Mordi o lábio inferior colocando uma de minhas mãos em sua coxa fazendo com que ela se aproximasse um pouco mais. Ela desabotoou a sua calça de alfaiataria, deixando que ela escorresse pelo seu corpo de uma só vez, me dando a deliciosa visão do seu corpo parcialmente nu, e neste momento a minha cueca já estava mais do que justa. Como eu quero esta mulher!
A puxei contra o meu corpo beijando a sua barriga enquanto massageava um dos seus seios sob o tecido do sutiã, ela passava os dedos devagar no meu couro cabeludo me deixando completamente arrepiado.
-Sabe uma coisa que eu quero muito fazer?-se inclinou falando rente ao meu ouvido.
-Não, o que?
Ela sorriu mordendo o lábio inferior, empurrando os seus ombros me fazendo deitar, subiu na cama em seguida, acomodando uma perna em cada lado do meu corpo, beijando o meu pescoço, peito, e passando as unhas na lateral só meu corpo, me deixando ainda mais excitado. Ela retirou a minha calça de moletom devagar, e quando a passou pelos meus pés, senti uma de sua mãos acariciando o meu pau já bem duro por sima da box, enquanto ela beijava a minha coxa devagar, e foi impossível controlar um gemido baixo sair pelos meus lábios. Caralho, que delicia!
Senti um delicioso alivio quando ela retirou a minha box, segurando o meu pau devagar, o tocando, e acariciando devagar, desviei os meus olhos para as suas ações, e me deliciei ao sentir a sua boca pela primeira vez me dando prazer, em movimentos lentos, quase torturantes, parecia veludo tocando a minha pele. Na realidade era torturante, mas neste momento ela poderia fazer o que quisesse comigo. Puta que pariu, que boca gostosa!
A sua mão auxiliava nos movimentos de sua boca, deixando tudo ainda mais gostoso e prazeroso. Juntei os seus cabelos em um rabo de cavalo alto, não poderia deixar de apreciar cada movimento que ela fazia neste momento, estava bom demais.
Apoiei uma de minhas mãos na cama, ainda segurando em seus cabelos, fazendo com que ela fosse um pouco mais fundo, ate se engasgando um pouco. Minha pequena tem uma boca deliciosa, e viciante.
Senti que estava prestes a gozar, e eu queria fazer isso dentro dela, sinceramente era uma das melhores partes.
Pedi que ela se levantasse, e quando ela me obedeceu, eu retirei a sua calcinha devagar, beijando a sua virilha, sentindo como ela estava quente, e gostosa. Abri as suas pernas com as mãos, passando a mesma em sua boceta, constatando que ela estava toda molhada, distribui selinhos na região, a fazendo gemer baixinho. Delicia!
Me deitei novamente a puxando contra mim, a fazendo novamente ficar com uma perna em cada lado do meu corpo, e em seguida a auxiliando ela sentou devagar, me deixando sentir como ela estava deliciosamente quente, gostosa, e muito molhada. Com as suas mãos espalmadas em meu peito, e as minhas em suas coxas a auxiliando nos movimentos, ela subia e descia em meu colo com maestria, rebolando devagar enquanto gemia baixinho. Deslizei a minha mão pela sua bunda, e cintura ate chegar as suas costas a puxando contra mim, selando os nossos lábios enquanto ela ainda se movimentava deliciosamente devagar. O quarto começava a ficar extremamente abafado, mesmo com o tempo fresco que fazia do lado de fora.
-Nossa como e apertada amor, que delicia!
-Saudades de você!
-Eu também!-segurei em seus cabelos aprofundando ainda mais o nosso beijo.
Me sentei na cama, a mantendo em meu colo sem nos desconectarmos, ajudando ela a acelerarmos os nossos movimentos, eu estava me segurando ao máximo para não gozar.
Segurando firme em sua cintura, aceleramos os nossos movimentos, eu fechei os olhos apreciando os seus gemidos contidos, e vez ou outra em que ela entoava meu nome com a sua voz sexy, e cheia de desejo.
Me deliciei ao ouvir o seu gemido mais intenso rente ao meu ouvido, quando ela anunciou o seu orgasmo, firmei o meu braço ao seu redor me apoiando na cama com o outro, intensificando as estocadas, abafei o meu gemido em sua pele quando cheguei ao orgasmo, a sentindo completamente quente e deliciosa.
Ficamos na mesma posição enquanto a nossa respiração voltava ao normal, acariciei as suas costas suadas, sentindo o seu peito desacelerar rente ao meu.
Nos acomodamos melhor na cama, ela se deitou de costas para mim, e eu lacei o seu corpo nos mantendo bem próximos.
-E tão bom estar aqui com você amor!-ela disse acariciando o meu braço sobre a sua barriga.
-E muito bom tê-la em meus braços!-beijei o seu ombro, e ela sorriu.
-Será que as crianças acordaram?
-Duvido!-retirei os seus cabelos do ombro para beija-la melhor, e devido a claridade hoje existente no quarto, por ser dia ainda, eu me deparei com uma marca estranha em sua pele, uma espécie de cicatriz. O que e isso no seu ombro?-passei o dedo no local, e senti o seu corpo se enrijecer completamente em meu braços.
-O que?-a sua voz agora estava banhada de tensão.
-Parece uma cicatriz!
-Cicatriz?
Ela disse extremamente baixo, parecia que uma espécie de pânico tinha tomado o seu corpo por completo, e esta reação deixou a minha curiosidade a mil. Será que quele desgraçado batia nela?
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